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Preso acusado de chefiar quadrilha que aplicou ‘golpe do motoboy’ e lucrou R$ 6 milhões

Apontado como chefe de uma quadrilha de fraudes com cartões bancários foi preso, Felipe Boloni Alves Rosa, conhecido como Boy ou Professor, foi preso por policiais da Delegacia de Roubos e Furtos (DRF) em uma mansão na Barra da Tijuca, na Zona Oeste do Rio, na quinta-feira (6).

De acordo com o jornal O Globo, as investigações apontam que Felipe comandava um grupo de 12 mulheres presas — entre elas Isadora Alkimin Vieira, filha do cantor Belo — em uma central telefônica da quadrilha em novembro de 2020, quando elas foram presas. Contra Felipe havia um mandado de prisão preventiva expedido pela 1ª Vara Especializada do Rio. Além da prisão de Felipe, os policiais apreenderam um Porsche avaliado em R$ 700 mil, uma moto elétrica, documentos e itens de luxo como sapatos e roupas.

Ainda segundo a reportagem, a polícia estima que a quadrilha tenha feito mais de 300 vítimas e lucrado cerca de R$ 6 milhões nos últimos dois anos. O grupo é acusado de fazer parte de uma organização criminosa que induzia vítimas a repassarem seus dados bancários pelo telefone e, posteriormente, entregarem seus cartões a motoboys para serem utilizados pela quadrilha. Na central de telemarketing da quadrilha, as mulheres ligavam para as vítimas, fingindo ser da central de seus cartões ou do banco. Os policiais encontraram, no local, computadores com dados de dezenas de vítimas.

Felipe é oriundo de São Paulo e já tinha sido preso por estelionato, lavagem de dinheiro e associação para o tráfico. A filha de Belo e outras integrantes da quadrilha também são oriundas do estado. De acordo com as investigações, era Felipe quem operacionalizava a atuação da quadrilha com contatos, obtenção de equipamentos, pagamento de despesas e pagamento de comissões aos seus subordinados.

Filha de Belo presa por integrar quadrilha
Em seu depoimento à polícia, quando foi presa, Isadora alegou aos policiais que sua função era coletar dados e fazer anotações sobre várias pessoas. Ela afirmou que nunca tinha entrado em contato com nenhuma vítima para pegar dados e apenas usava informações que já estavam inseridas no sistema do computador. A filha de Belo, no entanto, admitiu imaginar que algo ilegal seria feito com os dados.


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